
Alfred Eisenstaedt
Nunca fui beijado assim.
Infelicidade, mau "timing"...apenas eu. Abraços, apertos de mão, abraços, beijos na face...
Sempre apreciei os casais no primeiro beijo do ano novo.
Ao fim de 32 anos, ao observa-los, parece sempre algo de esperança, desejo, por vezes, quase de saudade, da dor que se cura nesse momento, de TUDO que se resolve nesse fugaz instante, mas, o mais interessante, é sofreguidão. O aprofundamento do momento, entre duas pessoas.
Acredito até que, nesse instante, nesses segundos, podemos ver o quão fundo o seu amor existe. Apenas nesse momento, creio, são verdadeiras.
Não, nunca tive este "privilégio" de fim-de-ano, sob o fogo de artificio, sob a chuva (ou não) em que toda a gente deseja premonitóriamente, um Bom Ano ao próximo.
Talvez para o ano!
Divirtam-se.
Bom Ano