A cidade, esta cidade, que me escolheu, parece agora, mais do que nunca, querer-me afastar.
O centro, começa a falhar e, as coisas começas a ruir...(sim, caro Yeats, tinhas razão).
Este eterno espectro de dúbia, que tropeça entre as pessoas e as ruas e, some, sem rasto nem memória, começa a indagar sobre o ninho que sempre o acolheu.
Contempla a altura da árvore e interroga-se se as suas frágeis asas conseguirão aguentar.
Asas inúteis, inexperientes. Fechadas e entorpecidas, pela falta de coragem, várias vezes cortadas, mas renascem sempre.
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