sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Control

Vi o CONTROL na semana passada. Excelente filme. No fundo o titulo é um pouco enganado, pois fala da falta de controlo (algo que me identifico). No caso do Ian Curtis, o controlo desaparecia nos ataques de epilepsia. No meu caso é diferente...
Anton Corbijn, dirige o filme tão bem como os seus clips...certas cenas parecem mesmo videoclips.
Sam Riley chega a ser uma replica viva de Ian Curtis (assim como os outros elementos da banda que aprenderam as musicas em 2 meses), mas, o mais interessante é o "mise en cine" de todo o processo. A epilepsia, o medo, a morte.....tudo, elaborado por quem mais os conhecia.
Um Holandes, filho de um páraco, um fotógrafo, que foi para o Reino Unido apenas por eles...seu nome ...Anton Corbijn.
Hoje temos um legado.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Hurt

Não vou divagar na dor.
Na que já dei e que na sofri.
No que já fui e no que sou.

O que remendariamos/remediariamos?

Eu, remendaria as minhas asas.

Opus 8

Assomados, com o andar titubeante das vítimas da realidade absoluta, desfalecemos em convulsões de electrochoque no turbilhão da engrenagem triturante que nos transportou em sucessivas oscilações sísmicas para o apaziguamento da indiferença e o amargo isolamento da solidão. Nada é o que era, nada foi o que sonhamos, apenas visões esfumadas ao contacto da memória, apenas imprecisas impressões de um tempo gasto pela usura. Tivemos o mundo, fomos o mundo...
Salve, cadáveres brancos da inocência!
Salve, corpos belos do amor!
Salve, feiticeiros da embriaguez permanente!
Salve, magos da existência não fragmentária!
Salve, pederastas do desejo, junkies do caos, prisioneiros da liberdade!
Salve, irreprimível lúdico!
Salve, criadores de vida, amantes da infância, viciados do presente!
Salve, orfãos perdidos!
Salve! Salve! Salve!


Mão Morta

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

A planicie escuta o torvão, isolada e só...
O mundo gira numa elipse silenciosa, enquanto aguardamos o ecoar dos pensamentos.

domingo, 16 de dezembro de 2007

Dualidade

Na complexa criatura que formamos, quem, no fundo seremos? Meio Homem, meio Mulher? Meio são/louco. Quem domina quem?
A nossa necessidade por controlo, ainda que involuntária, geralmente supressa a outra facção. Por isso seremos sempre o que nós queremos, com ou sem controlo. A necessidade de existir, integrar num mundo dominador, implica a ocultação de uma outra "face" do nosso ser que, geralmente expomos na intimidade. A intimidade do nosso lar, a intimidade com outra pessoa, a intimidade com isto...a Net, ocultando a face e o nome, criamos alter egos, projecções do que não somos.
Até que ponto a projecção acaba e o real começa? Estaremos numa espiral de enganos auto-provocada? Ou apenas estamos a criar uma distância entre o nosso eu "real" e o subjugado?
Básicamente mentimos a nós próprios o tempo todo.
A mentira é uma instituição, aceite e praticada por todos, desde crianças. Crescemos com ela e a aprefeiçoamos. A "arte" de mentir implica toda a nossa pessoa, desde a parte biológica à fisica, psicológica e orgânica.
Tendo isto por aceite, não seremos meramente uma mentira?


Até mais....a espiral continua.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Obrigado Sr. Reznor

There are things that I said I would never do
There are fears that I cannot believe have come true
For my soul is too sick and too little and too late
And my self I have grown to weary to hate

The more I stay in here
The more it's not so clear
The more I stay in here
The more I disappear
As far as I have gone
I knew what side I'm on
But now I'm not so sure
The line begins to blur

Is there somebody on top of me?
I don't know I don't know
Isn't anybody stopping me?
I don't know I don't know
Well I'm trying to hold my breath
I don't know I don't know
Just how far down can I go?
I don't know I don't know I don't know

As I lie here and stare
The fabric starts to tear
It's far beyond repair
And I don't really care
As far as I have gone
I knew what side I'm on
But now I'm not so sure
The line begins to blur

domingo, 2 de dezembro de 2007

Inicio da Espiral

A quem possa interessar:

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A Feynman diagram of the common decays of the tau lepton. Here, it decays into a W boson and an anti-neutrino. The W boson, also being an unstable particle, will decay, for example, into an electron and anti-electron neutrino, or any of the other pairs of particles listed.
A Feynman diagram of the common decays of the tau lepton. Here, it decays into a W boson and an anti-neutrino. The W boson, also being an unstable particle, will decay, for example, into an electron and anti-electron neutrino, or any of the other pairs of particles listed.

Particle decay is the spontaneous process of one elementary particle transforming into other elementary particles. During this process, an elementary particle becomes a different particle with less mass and a W boson. The W boson then transforms into other particles. If the particles created are not stable, the decay process can continue.

The process of particle decay is distinct from radioactive decay, in which an unstable atomic nucleus is transformed into a smaller nucleus accompanied by the emission of particles or radiation.