I saw you this morning.
You were moving so fast.
Can’t seem to loosen my grip
On the past.
And I miss you so much.
There’s no one in sight.
And we’re still making love
In My Secret Life.
I smile when I’m angry.
I cheat and I lie.
I do what I have to do
To get by.
But I know what is wrong,
And I know what is right.
And I’d die for the truth
In My Secret Life.
Hold on, hold on, my brother.
My sister, hold on tight.
I finally got my orders.
I’ll be marching through the morning,
Marching through the night,
Moving cross the borders
Of My Secret Life.
Looked through the paper.
Makes you want to cry.
Nobody cares if the people
Live or die.
And the dealer wants you thinking
That it’s either black or white.
Thank God it’s not that simple
In My Secret Life.
I bite my lip.
I buy what I’m told:
From the latest hit,
To the wisdom of old.
But I’m always alone.
And my heart is like ice.
And it’s crowded and cold
In My Secret Life.
Hoje sinto-me assim..............
"In My Secret Life"
LEONARD COHEN
"Light in the absence of eyes illuminates nothing. Visible forms are not inherant in the world, but are granted by the act of seeing. Events contain no meaning in themselves only the meaning that the mind imposes on them." Aeon Flux
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
domingo, 3 de fevereiro de 2008
My Violent Heart
Eis o link para a minha "produção" (primeira) no Youtube.
Por favor, visitem e deixem coment...
Obrigado
http://www.youtube.com/watch?v=bULxdPbsTS8
Por favor, visitem e deixem coment...
Obrigado
http://www.youtube.com/watch?v=bULxdPbsTS8
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Control
Vi o CONTROL na semana passada. Excelente filme. No fundo o titulo é um pouco enganado, pois fala da falta de controlo (algo que me identifico). No caso do Ian Curtis, o controlo desaparecia nos ataques de epilepsia. No meu caso é diferente...
Anton Corbijn, dirige o filme tão bem como os seus clips...certas cenas parecem mesmo videoclips.
Sam Riley chega a ser uma replica viva de Ian Curtis (assim como os outros elementos da banda que aprenderam as musicas em 2 meses), mas, o mais interessante é o "mise en cine" de todo o processo. A epilepsia, o medo, a morte.....tudo, elaborado por quem mais os conhecia.
Um Holandes, filho de um páraco, um fotógrafo, que foi para o Reino Unido apenas por eles...seu nome ...Anton Corbijn.
Hoje temos um legado.
Anton Corbijn, dirige o filme tão bem como os seus clips...certas cenas parecem mesmo videoclips.
Sam Riley chega a ser uma replica viva de Ian Curtis (assim como os outros elementos da banda que aprenderam as musicas em 2 meses), mas, o mais interessante é o "mise en cine" de todo o processo. A epilepsia, o medo, a morte.....tudo, elaborado por quem mais os conhecia.
Um Holandes, filho de um páraco, um fotógrafo, que foi para o Reino Unido apenas por eles...seu nome ...Anton Corbijn.
Hoje temos um legado.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Hurt
Não vou divagar na dor.
Na que já dei e que na sofri.
No que já fui e no que sou.
O que remendariamos/remediariamos?
Eu, remendaria as minhas asas.
Na que já dei e que na sofri.
No que já fui e no que sou.
O que remendariamos/remediariamos?
Eu, remendaria as minhas asas.
Opus 8
Assomados, com o andar titubeante das vítimas da realidade absoluta, desfalecemos em convulsões de electrochoque no turbilhão da engrenagem triturante que nos transportou em sucessivas oscilações sísmicas para o apaziguamento da indiferença e o amargo isolamento da solidão. Nada é o que era, nada foi o que sonhamos, apenas visões esfumadas ao contacto da memória, apenas imprecisas impressões de um tempo gasto pela usura. Tivemos o mundo, fomos o mundo...
Salve, cadáveres brancos da inocência!
Salve, corpos belos do amor!
Salve, feiticeiros da embriaguez permanente!
Salve, magos da existência não fragmentária!
Salve, pederastas do desejo, junkies do caos, prisioneiros da liberdade!
Salve, irreprimível lúdico!
Salve, criadores de vida, amantes da infância, viciados do presente!
Salve, orfãos perdidos!
Salve! Salve! Salve!
Mão Morta
Salve, cadáveres brancos da inocência!
Salve, corpos belos do amor!
Salve, feiticeiros da embriaguez permanente!
Salve, magos da existência não fragmentária!
Salve, pederastas do desejo, junkies do caos, prisioneiros da liberdade!
Salve, irreprimível lúdico!
Salve, criadores de vida, amantes da infância, viciados do presente!
Salve, orfãos perdidos!
Salve! Salve! Salve!
Mão Morta
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
domingo, 16 de dezembro de 2007
Dualidade
Na complexa criatura que formamos, quem, no fundo seremos? Meio Homem, meio Mulher? Meio são/louco. Quem domina quem?
A nossa necessidade por controlo, ainda que involuntária, geralmente supressa a outra facção. Por isso seremos sempre o que nós queremos, com ou sem controlo. A necessidade de existir, integrar num mundo dominador, implica a ocultação de uma outra "face" do nosso ser que, geralmente expomos na intimidade. A intimidade do nosso lar, a intimidade com outra pessoa, a intimidade com isto...a Net, ocultando a face e o nome, criamos alter egos, projecções do que não somos.
Até que ponto a projecção acaba e o real começa? Estaremos numa espiral de enganos auto-provocada? Ou apenas estamos a criar uma distância entre o nosso eu "real" e o subjugado?
Básicamente mentimos a nós próprios o tempo todo.
A mentira é uma instituição, aceite e praticada por todos, desde crianças. Crescemos com ela e a aprefeiçoamos. A "arte" de mentir implica toda a nossa pessoa, desde a parte biológica à fisica, psicológica e orgânica.
Tendo isto por aceite, não seremos meramente uma mentira?
Até mais....a espiral continua.
A nossa necessidade por controlo, ainda que involuntária, geralmente supressa a outra facção. Por isso seremos sempre o que nós queremos, com ou sem controlo. A necessidade de existir, integrar num mundo dominador, implica a ocultação de uma outra "face" do nosso ser que, geralmente expomos na intimidade. A intimidade do nosso lar, a intimidade com outra pessoa, a intimidade com isto...a Net, ocultando a face e o nome, criamos alter egos, projecções do que não somos.
Até que ponto a projecção acaba e o real começa? Estaremos numa espiral de enganos auto-provocada? Ou apenas estamos a criar uma distância entre o nosso eu "real" e o subjugado?
Básicamente mentimos a nós próprios o tempo todo.
A mentira é uma instituição, aceite e praticada por todos, desde crianças. Crescemos com ela e a aprefeiçoamos. A "arte" de mentir implica toda a nossa pessoa, desde a parte biológica à fisica, psicológica e orgânica.
Tendo isto por aceite, não seremos meramente uma mentira?
Até mais....a espiral continua.
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