domingo, 12 de julho de 2009

Fringe






Fringe (frnj)

1. A decorative border or edging of hanging threads, cords, or strips, often attached to a separate band.



Acabou, na Quinta-Feira, a primeira temporada desta magnifica série.
Antes demais, quem a quer ver, deixe de ler agora, pois contém "spoilers".

Ok.

Continuando...

Fringe, vem das mentes "retorcidas" dos criadores de Lost, sendo algo entre X-Files e a Twilight Zone, conseguindo conjugar o melhor destes dois mundos.

Juntem uma investigadora céptica (no início), um cientista louco (literalmente), uma empresa obscura que domina TODA a tecnologia e avanços em todos os campos possíveis e imaginários, um personagem misterioso (Dr. William Bell) e várias conjunturas de parapsicologia, a telepatia, combustão espontânea, vírus que transformaram pessoas em casulos, etc...e já começam a vislumbrar algo.

Como em qualquer série, desde Lost, temos elementos quase subliminares, como a presença de um indivíduo calvo e de fato e chapéu a quem chamam O Observador, que aparece fugazmente (numa multidão, apenas a passar por detrás) e também, uns "cartões" que aparecem em intervalos regulares. Uma maçã em que em vez de caroços tem o que se assemelha a dois fetos, uma mão com seis dedos, uma rã com um símbolo PI em grego...enfim.

Com o decorrer da série, só ao fim de um certo tempo, é que começamos a reparar nestas pequenas nuances, fazendo-nos integrar o ambiente, começando a perguntar, se "aquilo" sempre esteve lá. No exemplo da rã, só o reparei no fim da série.

Putting a long story short, no exacto final, a nossa investigadora, encontra-se com o misterioso Sr. Bell...preparem-se... no World Trade Center, imaculado, com este jornal em cima da mesa.



Apenas digo isto. Não sabem o que estão a perder.
Que venham mais!!!

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