

No seu último dia na América, Charlie Chaplin, prestes a ir para Inglaterra após vários escândalos sexuais e acusações de pertencer ao Partido Comunista, visita o atelier do fotografo Richard Avedon, concedendo-o o privilégio de finalmente o fotografar.
Ainda que ilibado de todas as acusações, em 1951, Chaplin decide voltar ao seu pais.
Após um dia de sessão, na saída, Chaplin voltou-se e deu a Avedon a foto perfeita da espontaneidade, ambiguamente política e humorosa, referindo-se a como a imprensa e o governo o "demonizaram".
Manuel Pinho, também deu aos portugueses, um vislumbre da sua "demonização", mas neste caso, para a bancada do PCP, incorporando cânones antigos da mística Comunista, de que são mafarricos.
Com Chaplin, percebemos. Com Pinho, não entendemos.
Fotos: Richard Avedon
Público
Sem comentários:
Enviar um comentário